sábado, 25 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Questionar e perguntar
Olhe a sua volta, quanta pergunta..
Mas nem sempre necessitamos de respostas.
A resposta nem sempre é boa, quase sempre nao é a esperada,
e geralmente é triste.
Necessitamos questionar, necessitamos querer saber,
isso nos faz pensar, e desejamos pensar.
Mas quando a gente mais precisa de respostas, algumas perguntas viram
eternas.
A resposta é tao dificil, a pergunta é tao facil.
Adoramos questionar mais do que adoramos saber.
Talvez uma ignorancia natural do ser humano. Todos têm.
Quem necessita saber que as nuvens nao sao de algodao?
Pra que parar de sonhar, e se questionar se sao ou nao?
Quem necessita saber que a vida é mais dificil do que pensamos ser?
Eu nao quero saber, me desculpe..eu nao quero sobreviver,
mas sabe, eu so quero viver.
Mas nem sempre necessitamos de respostas.
A resposta nem sempre é boa, quase sempre nao é a esperada,
e geralmente é triste.
Necessitamos questionar, necessitamos querer saber,
isso nos faz pensar, e desejamos pensar.
Mas quando a gente mais precisa de respostas, algumas perguntas viram
eternas.
A resposta é tao dificil, a pergunta é tao facil.
Adoramos questionar mais do que adoramos saber.
Talvez uma ignorancia natural do ser humano. Todos têm.
Quem necessita saber que as nuvens nao sao de algodao?
Pra que parar de sonhar, e se questionar se sao ou nao?
Quem necessita saber que a vida é mais dificil do que pensamos ser?
Eu nao quero saber, me desculpe..eu nao quero sobreviver,
mas sabe, eu so quero viver.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Bailarina torta
'Dançava a bailarina torta
Dançava até o sol se pôr
Dançava a bailarina torta
Dançava à procura de um amor
No beco dos velhos bares
Onde um dia ela já dançou
Antes de entortar as pernas
Antes de perder um grande amor
E a bailarina torta corria atrás
De roupas novas e um copo de champanhe
Nunca mais champanhe
Nunca mais plateia no Municipal
Nunca mais champanhe
Nunca mais baile de carnaval
E a velha bailarina torta
Que bailava em busca de um amor
Entrou, fechou a porta
Deitou e então silenciou
Silenciou...'
Inconveniente
Simplismente, de repente, tudo enfim, se acaba.
Inconsequentemente ou devidamente, nao se cabe mais o espaço.
Nao cabe a mim, nem a voce decidir quando tem um fim.
Severamente as coisas passam e tranquilamente se recompõe.
Diferente, atormentadamente as horas vao passando.
De repente me pergunto - o que estou fazendo aqui?
e as respostas aparecem quando olho pela janela.
Resposta fria, de um dia talvez quente.
Tudo muda frequentemente, e os meus cílios vao caindo
discretamente.
Ta certo? sera que ta certo? quem sabe o que é certo?
enfim, as horas continuam passando.
Inconsequentemente ou devidamente, nao se cabe mais o espaço.
Nao cabe a mim, nem a voce decidir quando tem um fim.
Severamente as coisas passam e tranquilamente se recompõe.
Diferente, atormentadamente as horas vao passando.
De repente me pergunto - o que estou fazendo aqui?
e as respostas aparecem quando olho pela janela.
Resposta fria, de um dia talvez quente.
Tudo muda frequentemente, e os meus cílios vao caindo
discretamente.
Ta certo? sera que ta certo? quem sabe o que é certo?
enfim, as horas continuam passando.
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