Eu sou livre, disso não abro mão. Mas meu amor, para você eu digo, que se você quiser, aceito ser livre contigo.
sexta-feira, 27 de março de 2015
Por favor, me leve daqui
Eu sou livre, disso não abro mão. Mas meu amor, para você eu digo, que se você quiser, aceito ser livre contigo.
domingo, 22 de março de 2015
É muito tédio
Armando já não aguentava mais. - Calma Carlos! Carlos era um ótimo escritor, mas estava vivendo a pior seca de toda sua vida. Estava em um relacionamento extremamente conturbado e quase se divorciando, das palavras. - Como vou prosseguir com isso? Eu não desenvolvo mais nada, nenhum assunto flui, acho que não sou mais artista, escritor, ou qualquer outra denominação estúpida e corrompida. Sinto que a cada dia me descubro e me perco mais. Me aventuro, e de repente me prendo como em uma gestação de 68 anos na qual estou ansiosamente louco para escapar, respirar e berrar, e meu mundo é como a barriga que está se esticando, se enchendo de estrias, louca para... sim, estou completamente louco. - Carlos, sossegue! Tome um banho frio, e pare de pensar. A confusão está presente em todas as coisas, e você é do tipo de personalidade ímpar. Não vê como todos veem. Vê muito mais, é pessimista naturalmente, ou realista demais. Chega de filmes, cinema nem pensar, péssima experiência. -Mas e se... -Não! e se... Não também. -Armando, estou feliz. Quando escrevo, estou altamente transtornado. Me sinto esquizofrênico inventando personagens. Se não escrevo mais, é porque mesmo confuso, ando bem. Ando bem porque quem dita as regras agora não sou eu, é Deus. - Carlos, vá se tratar!
Assinar:
Comentários (Atom)