O que mais seria a felicidade daquele pobre jovem
vivendo a vida numa cidade desconhecida, cinza,
de ricas oportunidades, trabalhando, trabalhando,
reclamando, chorando, cantando, a não ser aquela droga?
Que droga!
Como ele se divertia com tudo aquilo...
Aqueles momentos de diversão faziam ele sentir
que valhia a pena viver a vida que ele tinha.
Trabalho, trabalho, a erva compensaria.
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