Sozinha, insignificante, sozinha.
Aquelas paredes me davam medo.
Nem o branco existia mais.
Toda aquela fumaça, toda aquela
loucura ja tinha tomado forma
e cor das paredes.
Tinham cara de precipício,
de ditadura, de manicômio,
de rua.
Talvez um colorido pra mostrar
que aqui mora um gay,
talvez um preto pra mostrar
que nao temos preconceito,
ou um azul giz de cera
pra espantar os maus espiritos,
ou apenas deixar como está
pra lembrar que precisamos mudar.
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