quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Biologia.
O seu amor é uma equação,
que eu tento decifrar todos os dias.
Resolver, não sei se resolveria.
Mas tento.
Tento porque sei que não consigo,
mas insisto.
Insisto em te ganhar e me perder
a cada dia.
Você me diz pra ter paciência,
que eu consigo chegar lá,
então abaixo a cabeça e dou um
sorriso sínico e agudo.
Esqueci de te contar que reprovei
em matemática.
que eu tento decifrar todos os dias.
Resolver, não sei se resolveria.
Mas tento.
Tento porque sei que não consigo,
mas insisto.
Insisto em te ganhar e me perder
a cada dia.
Você me diz pra ter paciência,
que eu consigo chegar lá,
então abaixo a cabeça e dou um
sorriso sínico e agudo.
Esqueci de te contar que reprovei
em matemática.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Se você pensa que meu coração é de papel...
Fiz um coração de papel,
coloquei na perna dele em cima do jeans
e joguei ao vento com a ponta do dedo.
Não sei bem o que isso significou
desde o princípio quando o fiz
até o final quando ele foi parar
no chão e se juntou a um milhão de bactérias.
Olhei ressabiada para ver a reação dele
diante daquela situação.
Era papel, mas também era um coração.
Esperei fingindo não estar ligando
pra ele, para o coração, para as pessoas que
estavam junto, e muito menos para o papel.
Ele se levantou, pisou no coração e foi embora.
Mas vi quando ele guardou um fio do meu cabelo
no seu bolso.
Você não me lembra você
A voz do meu cantor preferido me lembrava você,
calçar um salto alto me lembrava você.
O cheiro de uma caixa de bombom,
a fumaça do cigarro,
uma torneira quebrada,
o asfalto quente,
uma escova de dente,
um banho gelado,
olhos desconfiados,
cheiro de café.
Cair na rua me lembrava você.
quebrar um copo, me dava vergonha
e me lembrava você.
chorar e fantasiar me consumia quando
lembrava de você.
Até coisas que não lembravam você,
me faziam lembrar você.
calçar um salto alto me lembrava você.
O cheiro de uma caixa de bombom,
a fumaça do cigarro,
uma torneira quebrada,
o asfalto quente,
uma escova de dente,
um banho gelado,
olhos desconfiados,
cheiro de café.
Cair na rua me lembrava você.
quebrar um copo, me dava vergonha
e me lembrava você.
chorar e fantasiar me consumia quando
lembrava de você.
Até coisas que não lembravam você,
me faziam lembrar você.
Paredes de agonia
Sozinha, insignificante, sozinha.
Aquelas paredes me davam medo.
Nem o branco existia mais.
Toda aquela fumaça, toda aquela
loucura ja tinha tomado forma
e cor das paredes.
Tinham cara de precipício,
de ditadura, de manicômio,
de rua.
Talvez um colorido pra mostrar
que aqui mora um gay,
talvez um preto pra mostrar
que nao temos preconceito,
ou um azul giz de cera
pra espantar os maus espiritos,
ou apenas deixar como está
pra lembrar que precisamos mudar.
'Seu' Ninguém
Todos os dias às nove da noite
o mendigo passa por la.
Observando da janela vejo
seus passos curtos,
seu corpo tombando pra
esquerda.
Atravessa a faixa de pedestre
cuidadosamente.
Olhando apenas pro chão,
o chão que é onde ele vive,
onde ele dorme, onde se expõe
e se esconde.
Ja não liga para os olhares alheios,
ja se tornou parte do chão.
Uma sujeira, um parasita,
um ser humano abandonado,
esquecido, fedido e maldito.
A procura de quê?
Ele vive pra quê?
Ja não sofre
pois ja nem sabe que vive.
Edifico
Meu trabalho era isso;
juntar tolices com um pouco
de rum, conhaque e whisky.
Minhas palavras não edificavam
e eu me condenava por isso.
Me questionava ; seria a vontade
de Deus escrever tanta tolice?
Aquela inspiração toda, de que serviria?
Não edifico, pois, expresso tortutas da mente.
Transporto minha maluquisse pro papel
e para as pessoas.
Me livro dela.
Enfim apenas edifico a mim mesma.
Past present future
Enquanto eles riam, eu chorava,
as paredes gritavam, as árvores,
os passaros, as torneiras,
tudo chorava..
Aqui o cigarro volta a ser
prazeroso,
os mendigos são
atrevidos e audaciosos.
Loucos, tudo é uma grande loucura.
O tempo não para,
aqui ninguém tem tempo para
ser feliz, muito menos triste.
E eu me despedia de tudo isso
com a tristeza mais profunda
que podia existir.
Com muita falta de graça,
com mãos e pés engruvinhados,
não sabia muito bem o que estava
deixando pra trás.
Uma parte de mim, talvez,
uma parte do presente que estava
virando passado.
A cada segundo seguinte, o segundo anterior
ja se tornou passado.
O passado esta presente,
o presente ja está sendo passado.
Talvez o que restava era só o medo do futuro.
as paredes gritavam, as árvores,
os passaros, as torneiras,
tudo chorava..
Aqui o cigarro volta a ser
prazeroso,
os mendigos são
atrevidos e audaciosos.
Loucos, tudo é uma grande loucura.
O tempo não para,
aqui ninguém tem tempo para
ser feliz, muito menos triste.
E eu me despedia de tudo isso
com a tristeza mais profunda
que podia existir.
Com muita falta de graça,
com mãos e pés engruvinhados,
não sabia muito bem o que estava
deixando pra trás.
Uma parte de mim, talvez,
uma parte do presente que estava
virando passado.
A cada segundo seguinte, o segundo anterior
ja se tornou passado.
O passado esta presente,
o presente ja está sendo passado.
Talvez o que restava era só o medo do futuro.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Na cozinha
Descobri que estava com um grande problema
quando percebi que ja não me lembrava
mais frequentemente da minha cadela.
Ele ja tinha tomado conta de toda parte
da minha mente.
Substituiu minha maior saudade
e se enraizou completamente.
O jeito que me olhava de pijama na cozinha,
indeciso, desconfiado, observando de lado.
Acho que analisava até minha respiração,
ou nao analisava nada e era como se eu não
estivesse ali sentada.
Seu corpo era tão quente que me fazia
querer tirar a roupa.
Me sentia a vontade e reprimida ao mesmo tempo.
Sentí-lo era como cair no mar num dia de ressaca,
era como tocar o céu, viajar...
Meu Deus, estava eu sonhando?
Pedi para me mostrar que eu estava acordada
e ele me fez ter a certeza de que estava sonhando,
me beijando.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Arregaçar
Coberta de palavras, tudo que escutava
era que eu precisava mudar.
Mudar pra onde? mudar o que? pra quê?
Mudar, mudar, arregaçar.
Pare de me sufocar!
Algo me cheirava pavor...
Talvez as vozes que não me deixavam em paz.
Era mãe, pai, amigo, vizinho, mendigo,
cachorro, armário, comida, cigarro.
Tudo isso me pedia pra mudar, parar.
O que todos não entendiam é que
eu não sabia nem por onde começar.
era que eu precisava mudar.
Mudar pra onde? mudar o que? pra quê?
Mudar, mudar, arregaçar.
Pare de me sufocar!
Algo me cheirava pavor...
Talvez as vozes que não me deixavam em paz.
Era mãe, pai, amigo, vizinho, mendigo,
cachorro, armário, comida, cigarro.
Tudo isso me pedia pra mudar, parar.
O que todos não entendiam é que
eu não sabia nem por onde começar.
Grande homem
Como ele consegue andar?
Como ele respira e fala?
Ele carrega o mundo nas costas
e a culpa na alma.
Com suas botas gastas e esbranquiçadas
ele anda por esse mundo.
Carregando as melhores leis na mente
ele é decente.
Tenta fazer o certo, mas ele não sabe
o que é certo.
Se afoga em seus problemas,
bebe um porre de solidão todos os dias.
Está doente.
Sua natureza corroída faz seu corpo
modificar.
Vive só, com sua xícara de café
e sua tv.
Na espera de um dia ser reconhecido,
é o que o faz continuar.
Que amargura meu Deus!
mal sabe ele que o povo é ingrato,
o mundo é injusto,
e tudo isso é sujo.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Fora de ordem
Democratas, socialistas,
burlando as regras nesse país.
Revolucionários, comunistas
sujando cinzeiros com suas tolices.
Lebres, tortos, porcos.
A procura da paz?
Do dinheiro e poder.
Contaminando o país com essa sujeira.
Construindo e propagando desordem,
num mundo em que só se vê neurose.
Poder nas mãos de ratos,
o dinheiro público vai sendo lavado,
cuspido e mal usado.
Aqui a organização, a justiça e igualdade,
são cartas fora do baralho.
Outro nome a não ser você?
Um sonho louco me trouxe você,
uma noite fria me trouxe você,
um fumódromo do bar me trouxe você,
uma aventura me trouxe você,
o tudo, do nada me trouxe você,
e do nada tudo isso levou você.
você some, aparece, some, reaparece.
Uma mulher num sonho louco me disse que
eu me casaria com você.
Uma noite apaixonante me trouxe você,
o universo me trouxe você,
Deus permitiu e o diabo me trouxe você,
você me trouxe você.
Não há palavras para descrever o que senti
quando conheci você.
Não há como explicar porque ainda penso em você,
nem justificar porque ainda insisto em você.
Você que eu não vejo, você que eu nao falo,
você que eu nem conheço,
só sei que permaneço com você.
uma noite fria me trouxe você,
um fumódromo do bar me trouxe você,
uma aventura me trouxe você,
o tudo, do nada me trouxe você,
e do nada tudo isso levou você.
você some, aparece, some, reaparece.
Uma mulher num sonho louco me disse que
eu me casaria com você.
Uma noite apaixonante me trouxe você,
o universo me trouxe você,
Deus permitiu e o diabo me trouxe você,
você me trouxe você.
Não há palavras para descrever o que senti
quando conheci você.
Não há como explicar porque ainda penso em você,
nem justificar porque ainda insisto em você.
Você que eu não vejo, você que eu nao falo,
você que eu nem conheço,
só sei que permaneço com você.
Jovem droga
O que mais seria a felicidade daquele pobre jovem
vivendo a vida numa cidade desconhecida, cinza,
de ricas oportunidades, trabalhando, trabalhando,
reclamando, chorando, cantando, a não ser aquela droga?
Que droga!
Como ele se divertia com tudo aquilo...
Aqueles momentos de diversão faziam ele sentir
que valhia a pena viver a vida que ele tinha.
Trabalho, trabalho, a erva compensaria.
sábado, 23 de julho de 2011
Wonderland
Resplandescente ar. Me deixe, pois preciso respirar.
Me acorde quando tudo acabar,
essa ventania adoece e eu to na mesa do bar.
Estranha sensação... deixei a cama arrumada,
a luz apagada e o gaz ligado.
Cortei os tomates, joguei vinagre nos dedos
e os quiabos não paravam de me vigiar.
As janelas sorriam, o carpete chorava
e a privada tinha um ar suicida.
Da torneira saia sangue,
no ralo transbordava espermatozóides,
e dele a tristeza de uma vida nao vivida.
A musica era Beethoven, mas o tom era diabético.
Dia, bético, diabólico, desnutrido.
Qual a melhor forma de voar?
Aladim me dizia sobre o tapete mágico,
mas quem me convenceu foi Venâncio.
Venâncio fazia o melhor chá de abóbora que ja tomei.
Consultava as lebres que chupavam manga na primavera.
Ah, os sinos..plin plon, tim dom, plin plin.. plem!
Deixei na mesa a tesoura de corda
e agora acho que ja estou pronta.
Tudo bem, ja posso acordar.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Questionar e perguntar
Olhe a sua volta, quanta pergunta..
Mas nem sempre necessitamos de respostas.
A resposta nem sempre é boa, quase sempre nao é a esperada,
e geralmente é triste.
Necessitamos questionar, necessitamos querer saber,
isso nos faz pensar, e desejamos pensar.
Mas quando a gente mais precisa de respostas, algumas perguntas viram
eternas.
A resposta é tao dificil, a pergunta é tao facil.
Adoramos questionar mais do que adoramos saber.
Talvez uma ignorancia natural do ser humano. Todos têm.
Quem necessita saber que as nuvens nao sao de algodao?
Pra que parar de sonhar, e se questionar se sao ou nao?
Quem necessita saber que a vida é mais dificil do que pensamos ser?
Eu nao quero saber, me desculpe..eu nao quero sobreviver,
mas sabe, eu so quero viver.
Mas nem sempre necessitamos de respostas.
A resposta nem sempre é boa, quase sempre nao é a esperada,
e geralmente é triste.
Necessitamos questionar, necessitamos querer saber,
isso nos faz pensar, e desejamos pensar.
Mas quando a gente mais precisa de respostas, algumas perguntas viram
eternas.
A resposta é tao dificil, a pergunta é tao facil.
Adoramos questionar mais do que adoramos saber.
Talvez uma ignorancia natural do ser humano. Todos têm.
Quem necessita saber que as nuvens nao sao de algodao?
Pra que parar de sonhar, e se questionar se sao ou nao?
Quem necessita saber que a vida é mais dificil do que pensamos ser?
Eu nao quero saber, me desculpe..eu nao quero sobreviver,
mas sabe, eu so quero viver.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Bailarina torta
'Dançava a bailarina torta
Dançava até o sol se pôr
Dançava a bailarina torta
Dançava à procura de um amor
No beco dos velhos bares
Onde um dia ela já dançou
Antes de entortar as pernas
Antes de perder um grande amor
E a bailarina torta corria atrás
De roupas novas e um copo de champanhe
Nunca mais champanhe
Nunca mais plateia no Municipal
Nunca mais champanhe
Nunca mais baile de carnaval
E a velha bailarina torta
Que bailava em busca de um amor
Entrou, fechou a porta
Deitou e então silenciou
Silenciou...'
Inconveniente
Simplismente, de repente, tudo enfim, se acaba.
Inconsequentemente ou devidamente, nao se cabe mais o espaço.
Nao cabe a mim, nem a voce decidir quando tem um fim.
Severamente as coisas passam e tranquilamente se recompõe.
Diferente, atormentadamente as horas vao passando.
De repente me pergunto - o que estou fazendo aqui?
e as respostas aparecem quando olho pela janela.
Resposta fria, de um dia talvez quente.
Tudo muda frequentemente, e os meus cílios vao caindo
discretamente.
Ta certo? sera que ta certo? quem sabe o que é certo?
enfim, as horas continuam passando.
Inconsequentemente ou devidamente, nao se cabe mais o espaço.
Nao cabe a mim, nem a voce decidir quando tem um fim.
Severamente as coisas passam e tranquilamente se recompõe.
Diferente, atormentadamente as horas vao passando.
De repente me pergunto - o que estou fazendo aqui?
e as respostas aparecem quando olho pela janela.
Resposta fria, de um dia talvez quente.
Tudo muda frequentemente, e os meus cílios vao caindo
discretamente.
Ta certo? sera que ta certo? quem sabe o que é certo?
enfim, as horas continuam passando.
sábado, 23 de abril de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Indispensável amor
Eu não sabia o que fazer naquele momento,
Tanta emoção no ar...
Eu ficaria a eternidade naquele sofá, só esperando algo acontecer.
O que não acontecia, eu sonhava,dançava e cantava na imaginação
Esperando por um único gesto...
eu pego e puxo assuntos aleatórios,
E só reparava no modo como ele falava olhando pros meus lábios e dentes
Desviando o olhar pra não olhar pro meu...
Quando olhava, os olhos se chocavam, e nada parecia ter sentido
Eu passaria a eternidade reparando seu nervosismo..
Eu passaria a eternidade parada, só pra estar do lado dele.
Os minutos se passavam,e cada vez mais as coisas ficavam sem sentido,
Ate que na hora do adeus, surpreendo-me com o gesto que esperei a noite toda.
Os lábios se tocaram, e se deliciaram na infinita sensação do amor,
Do medo, da magoa, do passado, do sentimento guardado,
E apenas em um segundo, foi resgatado...
Trocamos nossa sintonia de sentimentos, e as sensações foram todas possíveis.
E a única coisa que eu pensava, era que aquele momento durasse para sempre.
Mas logo se acabou, a lagrima rolou, o sentimento guardado voltou,
Com toda força que achávamos que não existia mais..
O que poderia eu fazer, diante daquelas lagrimas¿
Me contive, chorei por dentro, e foram as lagrimas mais dolorosas..
Fui embora, e o porque delas, jamais saberei.
o porque daquele acontecimento,muito menos..
Sai com a única certeza, de que o amor nunca morreu,
Nem o meu, nem o dele..e que pode não dar certo por fora
Mas que sempre saberemos, o que sentimos por dentro.
Vou embora mais uma vez, sem saber o que pensar, sem saber o que sentir,
Apenas durmo, e tento esquecer, que o que eu mais queria,
Era impossível acontecer um dia.
Tanta emoção no ar...
Eu ficaria a eternidade naquele sofá, só esperando algo acontecer.
O que não acontecia, eu sonhava,dançava e cantava na imaginação
Esperando por um único gesto...
eu pego e puxo assuntos aleatórios,
E só reparava no modo como ele falava olhando pros meus lábios e dentes
Desviando o olhar pra não olhar pro meu...
Quando olhava, os olhos se chocavam, e nada parecia ter sentido
Eu passaria a eternidade reparando seu nervosismo..
Eu passaria a eternidade parada, só pra estar do lado dele.
Os minutos se passavam,e cada vez mais as coisas ficavam sem sentido,
Ate que na hora do adeus, surpreendo-me com o gesto que esperei a noite toda.
Os lábios se tocaram, e se deliciaram na infinita sensação do amor,
Do medo, da magoa, do passado, do sentimento guardado,
E apenas em um segundo, foi resgatado...
Trocamos nossa sintonia de sentimentos, e as sensações foram todas possíveis.
E a única coisa que eu pensava, era que aquele momento durasse para sempre.
Mas logo se acabou, a lagrima rolou, o sentimento guardado voltou,
Com toda força que achávamos que não existia mais..
O que poderia eu fazer, diante daquelas lagrimas¿
Me contive, chorei por dentro, e foram as lagrimas mais dolorosas..
Fui embora, e o porque delas, jamais saberei.
o porque daquele acontecimento,muito menos..
Sai com a única certeza, de que o amor nunca morreu,
Nem o meu, nem o dele..e que pode não dar certo por fora
Mas que sempre saberemos, o que sentimos por dentro.
Vou embora mais uma vez, sem saber o que pensar, sem saber o que sentir,
Apenas durmo, e tento esquecer, que o que eu mais queria,
Era impossível acontecer um dia.
Os olhos dizem mais
De repente me deparo com o momento mais difícil. Cada lágrima que caia dos olhos dele, um pedaço de mim se desfazia.O rosto vermelho, os olhos gritando,a camisa molhando. Tudo que eu sabia fazer era chorar com ele, mas as minhas lágrimas caiam por dentro. Pensava em mil jeitos de aliviar aquele sofrimento, mas tudo que fiz, foi dar o adeus com meus olhos. Fixei nos olhos dele e disse eu te amo, sem precisar pronunciar nenhuma palavra. Ele entendeu, porque pra um grande amor, um olhar diz mais que mil palavras.
Com ou sem a máscara.
Me sinto hipócrita.
Transparescendo algo que não sou,
nem que seja por um instante, mesmo que não seja forçado.
Me sinto hipocrita quando passo a imagem de estar feliz,
e quando fico sozinha deixo a mascara cair.
Minha mascara é uma cerveja, um cigarro,a maquiagem
e um sorriso na cara.
Ao mesmo tempo me sinto fraca quando a deixo cair e me mostro quem realmente sou,
ou apenas como estou..
Fraca ou hipócrita, eu mesma, ou a máscara..
o que devo ser, acho que apenas eu mesma, sem rodeios,
mas o fato é que essa mascara ja faz parte de mim.
ja nem sei mais quem sou, com ou sem a mascara.
Transparescendo algo que não sou,
nem que seja por um instante, mesmo que não seja forçado.
Me sinto hipocrita quando passo a imagem de estar feliz,
e quando fico sozinha deixo a mascara cair.
Minha mascara é uma cerveja, um cigarro,a maquiagem
e um sorriso na cara.
Ao mesmo tempo me sinto fraca quando a deixo cair e me mostro quem realmente sou,
ou apenas como estou..
Fraca ou hipócrita, eu mesma, ou a máscara..
o que devo ser, acho que apenas eu mesma, sem rodeios,
mas o fato é que essa mascara ja faz parte de mim.
ja nem sei mais quem sou, com ou sem a mascara.
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